Este post é para eles!

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Busca pelo rejuvenescimento através da volumização facial e da toxina botulínica aumenta no público masculino.

A ideia de que os homens precisam ser descuidados com a beleza está ficando ultrapassada. Cada vez mais, eles demostram interesse pela aparência jovem e pelos procedimentos estéticos. Isso é o que concluiu uma pesquisa realizada pela Minds&Hearts, com 414 homens com idade de 16 a 59 anos. A pesquisa apontou mudanças na forma de agir e na maneira de consumir do homem contemporâneo. Essa mudança está ligada à libertação de antigos tabus e à evolução dos tratamentos de beleza.

Dentre os procedimentos mais buscados pelo público masculino, está a volumização facial, com o ácido hialurônico, e a aplicação da toxina botulínica. Segundo a dermatologista, Aniela Romanini, os dois procedimentos são complementares. “A toxina melhora as linhas de expressão e o ácido dá contorno e sustentação”, explica.

Com o passar da idade, o rosto perde tecidos profundos, como ossos, musculatura e gordura, que sustentam e dão contorno a face. “Por isso, para o rejuvenescimento, o ideal é tratar as rugas e buscar preencher os volumes perdidos da face”, explica a dermatologista.

A volumização facial permite redefinir o contorno do rosto através da reposição do volume. Nos homens, as áreas mais populares são o malar, o queixo e a mandíbula.

Já a toxina botulínica é indicada para atenuar as marcas de expressão e eliminar e prevenir rugas. Nos homens, a aplicação pode ser feita para suavizar os vincos ao redor das sobrancelhas e da boca, rugas na testa e no pescoço e, também, os chamados pés de galinha.

A dermatologista explica que, como a pele dos homens é mais espessa que a das mulheres, a aplicação da toxina é feita de forma diferente. “A quantidade da substância injetada é maior e a técnica muda, pois os padrões estéticos são outros. A sobrancelha, por exemplo, nas mulheres é mais arqueada e, nos homens, é reta”.

De todo modo, ao realizar qualquer procedimento, o recomendado é procurar um profissional da área. Por menos invasiva que possa ser a técnica, qualquer procedimento pode ter riscos e complicações.

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