O calor intenso que atinge o Sul do Brasil pode trazer diversos riscos à saúde, incluindo problemas para a pele. De acordo com a dermatologista, Aniela Romanini, a exposição prolongada ao sol e a umidade elevada podem agravar ou desencadear condições dermatológicas. Confira as principais doenças de pele que se intensificam com o calor e como preveni-las.
Queimadura solar – A vermelhidão e ardência na pele após a exposição ao sol podem levar à descamação e, em casos graves, à insolação, com sintomas como febre e desidratação. A melhor prevenção é o uso diário de protetor solar e evitar o sol nos horários de pico.
Acne solar – O excesso de oleosidade, suor e uso de protetor inadequado podem obstruir os poros, causando acne no rosto, costas e ombros. Para evitar, opte por protetores oil-free e lave o rosto com sabonetes específicos.
Dermatite seborreica – O calor pode agravar a descamação e vermelhidão na face e couro cabeludo. Para controlar, prefira shampoos específicos, evite banhos quentes e mantenha uma alimentação equilibrada.
Rosácea – O calor e a radiação UV intensificam a dilatação dos vasos sanguíneos, tornando a pele ainda mais sensível. Para minimizar os efeitos, use protetores solares com cor, evite bebidas quentes e mantenha a pele sempre hidratada. Uma ótima dica para quem tem rosácea é utilizar água termal ou compressa fria ao longo do dia. Isso ajuda a refrescar e acalmar a pele.
Melasma – O aumento da temperatura e a radiação ultravioleta estimulam a produção de melanina, escurecendo as manchas. O uso diário de protetor solar, principalmente com cor, e barreiras físicas, como chapéus e óculos de sol, ajudam a evitar o agravamento.
Micoses – A umidade favorece o crescimento de fungos na pele, resultando em manchas claras no tronco e braços. Para prevenir, mantenha a pele sempre seca e evite roupas úmidas por longos períodos.
Brotoeja – Comum em crianças, a brotoeja é causada pelo acúmulo de suor nas dobras da pele. Para evitar, mantenha o ambiente ventilado e use roupas leves.

