A pele do rosto, assim como as demais partes do corpo, sofre alterações com o passar da idade. É por isso que, em cada etapa de vida, os cuidados devem ser ajustados para garantir o bom aspecto do rosto e reduzir o envelhecimento.
Todo mundo sabe que, quando o assunto é envelhecimento, “a prevenção é o melhor remédio”. Por isso, os cuidados iniciais com o rosto podem ser inseridos na rotina a partir dos 20 anos, com a pele ainda jovem.
Porém, segundo a dermatologista, Aniela Romanini, esta fase ainda exige poucos cuidados. E o uso de muitas substâncias e tratamentos podem prejudicar ao invés de tratar a pele. “Na ânsia pela beleza, percebemos que muitas meninas nesta idade acabam exagerando nos tratamentos e produtos e agredindo ainda mais a pele”, explica.
De acordo com a dermatologista, até os 30 anos a pele ainda não está em processo de envelhecimento. Por isso, os cuidados necessários se limitam a uma boa limpeza diária, uso do protetor solar e tratamento da acne, se necessário. “As principais recomendações para esta idade é utilizar apenas produtos específicos para o tipo de pele e nunca esquecer do protetor solar, pois o sol é o principal causador do envelhecimento’’.
Aniela explica porque abusar nos tratamentos e produtos pode irritar a pele ao invés de tratá-la. “Lavar o rosto demais, usar muitos produtos ou que não sejam próprios para o tipo de pele pode causar acne, alergias e desregular a pele. Quando vemos, a pessoa está com a pele oleosa, ressecada e com acne, por exemplo”.
Ao passar dos 30 anos alguns outros cuidados podem ser inseridos nesta rotina. E este será o assunto do próximo post.
Confira as dicas de cuidados para a pele dos 20 aos 30 anos
– Lavar o rosto duas vezes ao dia, com sabonete líquido específico para o tipo de pele e água fria;
– Usar maquiagens também de acordo com o tipo de pele;
– Abusar do filtro solar, que também respeite o tipo de pele;
– Nunca esquecer de tirar bem a maquiagem no final do dia com algum tônico ou demaquilante;
– Se houver acne, é necessário consultar o dermatologista para o uso correto de medicação e indicação de produtos menos oleosos;
– Não usar antissinais.

